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A China, que antes produzia gigantescos volumes de aço, freia produção e exportação da liga metálica e CSN visa momento para aumentar suas vendas internas e externas

Com mudança no rumo das exportações da China, a brasileira CSN pode ter destaque no mercado

O governo da China, que há anos focava em produzir gigantescos volumes de aço, não só para que fosse possível suprir a enorme demanda interna do país, que possui a maior população do mundo, mas também para se manter fortemente posicionada no mercado externo, optou por redirecionar as prioridades de seu planejamento e irá diminuir a produção e a exportação de aço.

Essa decisão poderá ter consequências sobre as exportações de minério de ferro. Porém, até o presente momento a commodity permanece em alta na bolsa de Dalian, na China.

De acordo com a análise de profissionais do Bank of America, o cenário tende a ser mais favorável para as siderúrgicas se comparado às mineradoras. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que atua nos dois segmentos, pode sofrer com uma possível queda nas suas vendas de minério de ferro para o exterior. Entretanto, com a China reduzindo as exportações, a CSN poderá ter novas oportunidades de vender aço, o qual possui um maior valor agregado, não só no mercado interno, mas também no mercado externo.

Somente quando as tendências estiverem de fato concretizadas, será possível definir se o resultado final das mudanças na China ampliará ou reduzirá os lucros da CSN. Contudo, o Bank of America continuou recomendando a compra das ações da companhia e aumentou seu preço-alvo (o valor que é esperado que o ativo atinja) de R$ 37 para R$ 45. Na última quarta-feira, dia 19 de janeiro, a cotação das ações da siderúrgica era de R$ 26,41 ás 14h50min.

Sobre a Companhia Siderúrgica Nacional

Fundada em abril de 1941, a CSN foi a primeira produtora integrada de aço plano no Brasil. Atualmente, a companhia atua em cinco setores: siderurgia, mineração, logística, cimento e energia, estando presente em 18 estados brasileiros e também em Portugal e na Alemanha.  

Grupo Açotubo amplia programas de bem-estar e atenção à saúde mental para todos os seus colaboradores

A campanha Janeiro Branco, que entrou para o calendário da saúde em 2014, convida as pessoas a refletirem sobre a importância dos cuidados e da prevenção ao adoecimento emocional, que já afeta cerca de 1 bilhão de pessoas, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Em um recente estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras seis universidades nacionais, 40% da população brasileira apresentava sentimentos frequentes de tristeza e de depressão, outros 50% da mesma população apresentavam ansiedade e nervosismo constantes. Já em outro levantamento da WTW, o estresse é apontado como o fator que mais impacta a força de trabalho (83%), seguido pela depressão, ansiedade (82%) e sedentarismo (69%). Esses dados evidenciam a necessidade de criar uma cultura de cuidados com a saúde mental também entre as empresas. 

fonte: Click Petróleo e Gás

Charles Maia

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