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Ministério Público Federal recomenda que prefeita de Catende não seja diplomada.

O Ministério Público Eleitoral apresentou parecer no processo de representação eleitoral envolvendo a Prefeita Gracina Maria Ramos Braz da Silva, que foi reeleita em Catende, em um pleito decidido por apenas 14 votos. O parecer destaca indícios robustos de abuso de poder político, incluindo o uso de recursos públicos em evento cívico para autopromoção durante o período eleitoral.

Em caso de procedência da ação, as consequências podem incluir a cassação do diploma ou registro de candidatura, inelegibilidade por oito anos e aplicação de multa, conforme previsto na legislação eleitoral. Além disso, ainda tramita ação específica sobre possíveis fraudes relacionadas à transferência de títulos eleitorais no município, e há expectativa do ajuizamento de uma AIJE devido a abusos de poder e omissões na prestação de contas da campanha.

Essas ações refletem a busca pela manutenção da isonomia e da lisura do processo eleitoral em Catende, em um contexto onde cada voto teve impacto decisivo no resultado.

Charles Maia

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